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segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Assista a filmes legendados na TV aberta


Os canais de TV aberta, exceto raras exceções, passam sempre os filmes dublados. Eles garantem maior audiência por atrair uma parcela maior da população, mas há também uma boa parcela que gostaria de vê-los com o áudio original e legendas.

É estranho em plena era da TV digital dar uma dica dessas. Mas convenhamos, a TV analógica vai continuar entre nós por bastante tempo.

O que eu uso para a mágica são duas tecnologias com finalidade distinta: o SAP e o Closed Caption.

SAP

O SAP é responsável por transmitir o áudio original do programa junto com o idioma dublado. Então, quando essa transmissão está presente é possível escolher o idioma a ser ouvido.

Close caption

Closed caption por sua vez é um recurso que transmite legendas junto com a programação, para que deficientes auditivos possam acompanhar a programação normalmente. Antes disso, existiam apenas poucos programas com uma transmissão simultânea em língua de sinais no canto da tela.

Se seu televisor suportar as duas coisas (a maioria de alguns anos para cá suporta) e as emissoras transmitirem, já é possível. Não sei em outras localidades, mas onde eu moro apenas a Globo transmite SAP, e apenas em filmes e nos Simpsons. Closed caption está presente em grande parte da programação da Globo. O SBT transmite as legendas em alguns programas, mais notadamente nas séries (embora quase sempre em inglês).

Uma característica que não chega a incomodar é que, por serem destinadas a deficientes auditivos, não só os diálogos são transcritos. Existem breves descrições de ruídos, resmungos, fundo musical e outros sons na legenda. Mas quase sempre são curtos como "[Suspiros]" ou "[Fundo musical de suspense]".

Se vai se surpreender com a possibilidade de assistir à Sessão da Tarde com legendas...

terça-feira, 20 de maio de 2008

AMD quer padronizar requisitos de games


Um dos maiores mistérios de quem joga no computador é se o jogo X roda ou não em seu computador. Enquanto no mercado dos consoles é tudo muito previsível (toda a base instalada é idêntica), cada computador é diferente do outro, e a todo momento é lançado um novo hardware que torna o de ontem obsoleto.

A AMD deu um passo para tentar diminuir essa confusão, lançando o padrão AMD GAME! na tentativa de tornar mais fácil para o usuário saber se o computador que ele vai comprar irá ou não rodar os jogos da época. O padrão terá vários "selos", um para cada tipo de usuário (de gamer casual a hardcore), que servirão para comparar o do PC com o do jogo, para saber se funciona ou não.

Será que vai pegar? Há algumas questões a considerar. Primeiramente, para que exista alguma chance de o padrão dar certo, a indústria deve começar a adotá-la, tanto os fabricantes de hardware quanto os produtores de jogos. E é aí que o problema começa. As grandes empresas do ramo, como Intel e Nvidia não têm interesse algum em apoiar um padrão chamado "AMD GAME!".

O outro problema, é a rapidez na evolução dos computadores. Vamos comparar novamente com os consoles. Quando uma empresa lança um console, existe a certeza de que aquele aparelho, da forma que foi lançado será um padrão por vários anos. Em alguns anos, quando aquele video-game demonstrar sinais de cansaço evoluirá, mas ganhará outro nome (ou seja, é OUTRO video-game). Mas como rotular um PC, um conjunto de peças que variam de infinitas formas e evoluem a todo dia? O jogo da moda de hoje continuará não funcionando no PC certificado um ano atrás.

Esse problema poderia ser diminuído criando-se vários padrões, ou numerando (como AMD Game 1.0, 1.5, 2.0, ou 2008, 2009...). Com o tempo, vários padrões serão necessários, e será difícil identificar o hardware compatível novamente. Voltamos ao problema inicial.

No fim das contas, isso vai contar alguns pontinhos para a imagem da AMD e fomentar o interesse da indústria nessa padronização. Fabricantes de jogos, hardware e também jogadores têm muito a ganhar se essa idéia vingar, mas o mérito da AMD acabará sendo o de ter dado o pontapé inicial, não de ter dado a solução definitiva. Até porque na informática, isso não existe.

quinta-feira, 15 de maio de 2008

Definição: O que é Mono?


Mono é a forma de reprodução de som mais simples, em que existe apenas um canal de som, ou seja, não há diferenciação na distribuição espacial. Não existe diferenciação no som destinado a nenhum dos ouvidos, ao contrário do estéreo.

Definição: O que é Estéreo?


Icone estéreo Estéreo é uma forma de reprodução de som composto por dois canais de áudio diferentes, mas sincronizados. O som destinado ao ouvido esquerdo é diferente do destinado ao ouvido direito. O objetivo é simular a distribuição dos sons em um ambiente real, em oposição ao som mono, em que há apenas um canal de áudio, não proporcionando sensação espacial. Normalmente isso é conseguido quando se grava o som usando dois microfones em posições diferentes no ambiente, ou mudando a distribuição dos diferentes sons durante a edição.

Faça o download do mp3 abaixo e ouça-o com fones de ouvido, de preferência, também fechando os olhos. É uma demonstração perfeita do que é estéreo.
Virtual Barbershop