Você sabe as diferenças entre as TVs de plasma, LCD e as de LED? Apesar de parecerem todas iguais, existem características que diferenciam esses tipos de TV e as separam umas das outras. Mas então, qual a melhor? Então, cabe a você decidir. Mas para fazer essa análise, deve ter conhecimento dessas características, para que escolha o modelo mais adequado ao uso que se fará da TV.
sexta-feira, 24 de junho de 2011
Qual a diferença entre as TVs de plasma, LCD e LED?
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
Usando versões mobile para carregamento mais rápido
Às vezes é uma dor ter que acessar serviços na web quando você não tem uma conexão de internet muito boa. O simples ato de ler e-mails ou checar os feeds pode demorar uma eternidade, ou nem ser possível em uma conexão lenta.
Pensando nisso, muitos serviços têm versões otimizadas para dispositivos móveis (PDAs e celulares), mais simples e com carregamento mais rápido, uma vez que esses dispositivos costumam ter conexões mais lentas.
Então, por que não usar essas interfaces simplificadas no computador quando só tiver uma conexão lenta? Isso é possível em alguns serviços, principalmente os que têm endereços diferentes para a versão convencional e a versão "mobile".
Dois exemplos disso são o Gmail e o Google Reader. O Gmail é um pouco pesado, mas o Google Reader é proibitivo em conexões ruins. A versão mobile do Gmail pode ser acessada por http://m.gmail.com e a do Google Reader por http://www.google.com/reader/m. Obviamente não possuem todas as funções de suas versões completas, mas possuem o básico e podem quebrar um galho nas horas difíceis.
Alguns links úteis em versão "light":
quarta-feira, 15 de outubro de 2008
Itapemirim testa Wi-fi em ônibus
A Itapemirim colocou em testes um ônibus equipado com acesso à internet por Wi-fi. Dessa forma, viajantes conseguirão ficar conectados à rede duranta a viagem com seus notebooks ou celulares e smartphones compatíveis.
O serviço foi instalado no ônibus 45809, que atende a uma linha entre Rio e São Paulo em parceria com a Vex. O sinal é distribuído dentro do veículo por Wi-fi, mas eu gostaria de saber como esse sinal chega até o ônibus (3G, satélite, ou outro tipo de tecnologia sem fio) e se não apresentará interrupções durante o trajeto por causa de possíveis áreas de sombra.
A iniciativa é interessante e pode tornar a viagem de ônibus mais atrativa quando comparada com a viagem aérea em alguns casos. Mas eu ficaria tímido em usar meu notebook (com disco rígido convencional) em um veículo terrestre em movimento, trepidando e passando por buracos.
quinta-feira, 9 de outubro de 2008
Google History - desabilite e navegue mais rápido
Por padrão, se você estiver logado no Google (a maioria das pessoas que usa Gmail, Orkut ou outro serviço está logada o tempo todo), ao fazer uma busca os resultados da busca não apontam bem para os sites que eles dizem. Os links na verdade apontam para uma URL do Google, que depois de carregar redireciona o visitante para o site desejado. Isso é usado para que o Google consiga registrar os sites que você visita a partir dos resultados da busca (além das buscas em si).
Para a maioria dos usuários os poucos segundos que esse carregamento extra leva são irrelevantes, pois têm internet rápida. Para quem está preocupado com o fato de o Google estar vigiando seus passos ou têm internet lenta (como acesso discado e as pseudo-banda-largas da Tim e Claro) esse é um intermediário indesejado. Também são segundos válidos para quem faz trocentas buscas por dia.
Como desabilitar?
Acesse o Google History pela URL http://www.google.com/history. Aí é só clicar na opção Pause no menu da esquerda e o Google irá parar de rastrear seus resultados de busca. Note que seu histórico ainda permanece lá. Se desejar apagar também o que já foi coletado, clique na opção Remove items. Ao remover o histórico, automaticamente a coleta entrará em pausa.
Se mudar de idéia, é só clicar em Resume e os dados voltarão a ser coletados
Eu não me incomodo. Posso tirar algum proveito?
Sim. Você pode usar esse histórico como usaria o histórico do navegador, para buscar endereços recém visitados mas que não se lembra do endereço. Mas diferentemente do browser, o histórico do Google lembra o que você buscou para achar aquele site, de forma lembrar o que você buscou já é meio caminho andado.
Lembrando apenas que o Google só vai saber do que você visitou a partir dos resultados da busca.
Devem existir vantagens em se manter o histórico ativo, mas como não brinquei muito com ele antes de desabilitar, não sei. Se souber, deixe um comentário para complementar o que já foi dito.
terça-feira, 2 de setembro de 2008
Google lança hoje o seu navegador, o Google Chrome
Hoje, dia 2 de setembro, será lançado o Google Chrome, o navegador do Google. Por enquanto, se trata apenas de uma versão beta (alguma surpresa?) e apenas para Windows. Mas as versões Mac e Linux não devem demorar.
O navegador usa componentes de código do WebKit da Apple (que por sua vez é baseado no código do KHTML, do projeto KDE) e do Mozilla Firefox, entre outros. Bem como os projetos mencionados, ele também será open source.
Entre os benefícios anunciados estão o isolamento entre as abas (a chamada "caixa de areia" ou "sandbox") de forma que se houver um travamento em uma aba, as outras não são afetadas e um novo engine de JavaScript (V8).
Veja também: http://googleblog.blogspot.com/2008/09/fresh-take-on-browser.html
terça-feira, 19 de agosto de 2008
Core Duo, Pentium Dual Core, Core 2 Duo Centrino: Afinal, qual a diferença?
Até quem é da área de informática se confunde com os processadores Intel lançados nos últimos anos. Enquanto antigamente era simples (bastava saber se era Pentium, Pentium II, Pentium III e se o clock era de 200, 500, 900 MHz etc), a coisa se embaralhou com a vinda dos processadores multi-core.
Esse artigo no Guia do Notebook tenta explicar essa bagunça. Baseado nessas informações (e com alguma licensa poética), montei uma tabela com as diferenças básicas entre os principais processadores.
| Core Solo | Core Duo | Core 2 Duo | Pentium Dual Core | |
|---|---|---|---|---|
| Núcleos | Um | Dois | Dois | Dois |
| Arquitetura | A mesma do antigo Pentium M (32 bits) Apesar do nome, não usava a nova arquitetura Core Praticamente serviu apenas para lançar o primeiro processador dual-core já usando o nome "Core". |
Arquitetura Core (64 bits) | ||
| Consumo de bateria | Bom | Bom | Muito bom | Ruim Esse processador na verdade é destinado a desktops, portanto os notebooks com esse processador consomem mais bateria. |
Centrino
Existe ainda outro nome, o Centrino, que ao contrário do que muitos pensam, não é um processador. É um selo dado a notebooks que possuam placa-mãe e chipset de rede sem fio Intel, além é claro de algum dos processadores de topo de linha (não existe por exemplo Centrino com processador Celeron, mesmo que os componentes sejam os mesmos). Quando surgiu, o processador era o Pentium M, mas isso foi mudando com o tempo. Com o lançamento do Core 2 Duo, foi criado o "Centrino 2".
Teoricamente, comprando um Centrino você teria certeza de ter os componentes que proporcionam o melhor desempenho e autonomia possíveis. Mas isso é questionável. Na verdade você está concordando com a opinião da Intel sobre isso (que obviamente não vai incluir componentes da concorrência) e pagando por esse benefício.
quarta-feira, 13 de agosto de 2008
Emulador de Mega Drive no PS2
Leia também:
Emulador de SNES no PS2
Emulador de NES no PS2 ou PSOne (PSX)
Assistindo a videos no PS2
Já existe aqui no site um guia de como jogar SNES no PS2. Da mesma forma, existe também uma forma de jogar Mega Drive no Playstation 2. Graças ao emulador PGen.
Do que eu preciso?
Você precisa de um Playstation 2 desbloqueado e cd um CD virgem. Pode ser CD mesmo, não precisa ser DVD, a não ser que seu videogame só rode DVDs.
Se seu videogame não é desbloqueado, tente usar o Swap Magic.
Como fazer
O PGen pode ser instalado no memory card ou gravado em CD, com ou sem as ROMs. Por achar mais prático, mostro abaixo como gravar o CD com as ROMs. Além de poder usar como um CD de jogo normal, não consome espaço precioso no memory card.
Primeiro você vai precisar baixar o emulador. Baixe a versão 1.2 no endereço http://www.gamebase.ca/pgen/downloads/pgen-1.2.zip. Descompacte em algum diretório. Reserve
Agora você vai gravar o CD com os arquivos. Na raiz do CD, você vai colocar os arquivos PGEN_12.ELF e SYSTEM.CNF. Crie também um diretório ROMS no CD (ou outro nome se quiser) e coloque suas ROMs lá dentro. Se quiser, pode criar subdiretórios para organizar. Grave o CD usando MODE2/XA. Na dúvida, use as mesmas instruções para o emulador de SNES (instruções: k3b ou Nero).
Informação adicional
A partir da versão 1.4 do PGen é possível carregar ROMs a partir de pendrives e HDs (se seu PS2 tiver um). No entanto a última versão no site é a 1.2. Na Wikipedia tem um link para uma suposta versão 1.5.1, mas não cheguei a testar.
Leia também:
Emulador de SNES no PS2
Emulador de NES no PS2 ou PSOne (PSX)
Assistindo a videos no PS2
segunda-feira, 11 de agosto de 2008
Fim do suporte ao PHP 4
Depois de vários anos após o lançamento do PHP 5, terminou o suporte oficial ao PHP 4, coexistindo pacificamente desde então.
A notícia foi dada juntamente com o release 4.4.9 do PHP, que corrige algumas falhas. Adicionalmente foi informado que seria o último release.
Mesmo após todo esse tempo, isso pode acabar incentivando que projetos finalmente migrem para o PHP 5, que embora não seja tão bom quanto poderia, é um avanço imenso na linguagem. Essas migrações poderiam ter acontecido a qualquer tempo, mas talvez o fim das atualizações do PHP 4 dê um susto em quem ainda depende dele.
Outro efeito natural que pode contribuir é a probabilidade de que as próximas versões das distribuições Linux parem de trazer o PHP 4, dificultando ainda mais a vida de quem fizer questão de usar a versão antiga me seus servidores.
No entanto, a maioria dos desenvolvedores deve concordar: Já vai tarde, PHP4. Já vai tarde...
domingo, 10 de agosto de 2008
Entenda das diferenças entre os modelos de Playstation 3
Leia também:
Emulador de SNES no PS2
Emulador de Mega Drive no PS2
Emulador de NES no PS2 ou PSOne (PSX)
Se você, ao contrário de mim, pretende comprar um Playstation 3 no curto prazo deve estar confuso com os diferentes modelos no mercado. Existem versões com vários tamanhos de HD (entre 20 e 80GB) e que diferem em vários outros aspectos além desse.
Nesse link você encontra um texto bem descritivo das diferenças entre as diferentes versões, em produção ou já descontinuadas (mas que ainda podem ser encontradas à venda). No entanto, para os preguiçosos eu coloquei aqui embaixo uma tabela comparativa com as características mais básicas.
Antes da tabela, algumas informações também relevantes:
- A retrocompatibilidade com o Playstation 2 por hardware é melhor que por software (mais jogos funcionam).
Ao jogar jogos do PS2 no PS3, há o upscale, que faz com que eles fiquem com o visual melhor. Além de não ter que manter dois videogames ligados à TV e poder usar os joysticks sem fio. - O tamanho do HD não deve ser usado para decidir a compra ou não de um modelo. Ele é fácil de trocar por um HD de notebook e quase sempre sai mais barato do que comprar um modelo com HD maior.
- Existem dois tipos de joystick para o PS3: o Sisaxis e o DualShock 3. Prefira os que tiverem o DualShock 3, pois embora os dois sejam praticamente idênticos, o Sisaxis não tem a função rumble (ele não treme).
- Se for ligar a um monitor pela entrada HDMI ou DVI, certifique-se que o monitor tem suporte a HDCP. Se não tiver, a imagem simplesmente não aparecerá.
| Modelo | Portas USB | Wifi | Leitor de cartões | Compatibilidade com o PS2 | Ainda é produzido? |
|---|---|---|---|---|---|
| 20 GB | 4 | Não | Não | Por hardware | Não |
| 60 GB | 4 | Sim | Sim | Por hardware | Não |
| 80 GB | 4 | Sim | Sim | Por software | Sim |
| 40 GB | 2 | Sim | Sim | Não | Sim |
Leia também:
Emulador de SNES no PS2
Emulador de Mega Drive no PS2
Emulador de NES no PS2 ou PSOne (PSX)